sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Por que "Testamento"?
O significado casual para esta palavra é: Testamento é a manifestação de última vontade pelo qual um indíviduo dispõe, para depois da morte, em todo ou uma parte de seus bens. Devido ao fato desta livre manifestação de vontade gerar efeitos jurídicos, o testamento é considerado um negócio jurídico.
A palavra portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraica berith, que significa aliança.
Mas no contexto da divisão bíblica, a palavra testamento é tido como um sinônimo para "aliança", ou palavras de significado equivalente, como pacto, convênio ou contrato.
O Velho Testamento é sinônimo da Velha Aliança, que é a palavra de Deus para as pessoas até a chegada de Cristo. Era a aliança onde haviam danças para o louvar, sacrifícios animais no tabernáculo, dieta bem detalhada, pena de morte, do dízimo, caça aos feitiçeiros, etc.
O Novo Testamento é a Nova Aliança, palavra de Deus para a humanidade através de Jesus Cristo e os ensinamentos que o mesmo passou aos seus apóstolos. É a aliança de perdoar o próximo, orar para ser perdoado, é o "paz e amor" da bíblia.
Os tradutores da septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso unilateral).
As respectivas expressões "Velho Testamento" e "Novo Testamento" passaram a designar a coleção dos escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança.
A velha aliança tem como Moisés como intermédio de Deus para com a humanidade, como podemos ver nos oito primeiros versículos de Êxodo 24.
No livro de Mateus, quando Jesus ordena seus apóstolos a beberem o que está nos cálices (Mateus 26:27), pois o que tinha nos cálices era seu sangue, o sangue da nova aliança (Mateus 26:28).
Hebreus 8:13 diz claramente que a nova aliança está em contrapartida com a velha, sendo que a velha aliança agora seria ultrapassada pela nova.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A conspiração da pólvora
A conspiração da pólvora foi um ocorrido da história inglesa que teve como objetivo de cometer um regicídio (assassinato à uma autoridade política) ao rei protestante Jaime I da Inglaterra e todos os membros do parlamento durante uma sessão que aconteceu em 1605, cujo objetivo era iniciar um levante católico.
O conspirador mais notável e reconhecido foi Guy Fawkes, responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o parlamento inglês durante a sessão.O objetivo deles [os conspiradores católicos] era explodir o parlamento inglês durante uma sessão na qual estaria presente o rei e todos os parlamentares utilizando trinta e seis barris de pólvora estocados sob o prédio do parlamento. Guy Fawkes como especialista em explosivos seria responsável pela detonação da pólvora.

A polvora, a traição e o ardil
Um ladrão arrependido...
Missões dos Apóstolos
Pedro: Foi pregar o evangelho em Roma;
André: Pregou nas regiões que formam o atual leste europeu e nas regiões que são as atuais Grécia e Turquia;
Tomé: Síria e, segundo algumas tradições, também foi pregar na Índia;
Filipe: Pregou na Palestina, Ásia Menor, leste da Síria e Frígia (que fica na parte centro-oeste da atual Turquia);
Mateus: Foi na Etiópia e Pérsia (atual Irã);
Bartolomeu: Armênia, Etiópia e sul da Arábia;
Tiago, filho de Alfeu: Ministrou na Síria;
Simão, o Zelote: Apenas na Pérsia;
Judas Tadeu: Foi na Armênia;
João: Pregou em Éfeso e no seu exílio na ilha de Patmos;
Paulo: Pregou em Damasco;
Marcos: Ministrou no Egito.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Ações por interesses
Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros." - Filipenses 2:3-4
Isso nos ensina muito sobre nós mesmos, sobre a essência do por que fazemos o bem para algo ou alguém e seus motivos.
Sim, uma pessoa deve ser uma pessoa de bem, mas ela não precisa ficar exagerando fazendo coisas do tipo doar um terço do seu sangue ou ficas metade de seu dia em creches e asílos. Fazer essas coisas são atos filantrópicos, ações solidárias, mais mesmo assim isso não torna uma pessoa corretamente boa, a não ser que ela as faça por boa vontade.
Solidariedade não é só uma virtude, é também uma arte. Quando a faz, o bem que vem para você é algo que deve ser visto com menor importância, o bem lá deve ser dirigido ao próximo.
O versículo seguinte diz que as pessoas não devem cuidar somente de seus próprios interesses, mais também dos interesses alheios, mútuos.
Isso eu não noto muito nas pessoas, pois elas se preocupam apenas com os próprios fins e melhorar sua própria vida. Vá se preocupar com a reforma agrária, o aquecimento global, em ser democrático, com sua convivência domiciliar! Não com sua imagem, com o carrão, curtir o feriado e ter mil histórias para contar!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Monarcas bíblicos
Seti I: Faraó da época em que Moisés nasceu.
Xerxes I: Xá (título dado aos monarcas persas), veterano da Batalha das Termópilas. Foi um grandioso rei na história persa.
Nabucodonosor II: Rei babilônico.
Dário I: Xá persa. Foi um grande conquistador persa. Na bíblia, seu reinado é registrado inicialmente a partir de Daniel 6. É pai de Xerxes I.
Saul: Um dos reis dos judeus, pai de Davi. Foi conhecido por ter sido contrário a vontade divina. Se matou no monte Gilboa. Primeiro rei dos anos de união entre Israel e Judá. Seu reinado é marcado pela sua unção pelo profeta Samuel.
Davi: É praticamente um dos personagens mais famosos da bíblia. Filho de Saul, herói na vitória dos hebreus contra os filisteus e algoz do gigante Golias. Esposo de Betsabá e pai de Salomão. Conhecido como o “Homem segundo o coração de Deus”.
Salomão: Conhecido como o mais sábio e próspero rei que Israel já teve. Último rei dos anos que Israel e Judá foram um reino unido.
Jeoaquim: Monarca de Judá, contemporâneo de Nabucodonosor II e do profeta Daniel e do início de seu cativeiro na Babilônia.
Nabonido: Rei da Babilônia, o penúltimo. O mesmo rei que pretendeu cremar Hananias, Misael e Azarias (amigos de Daniel).
Belsazar: Primogênito de Nabonido. Converteu-se ao Deus de Israel logo após Daniel sair vivo de uma jaula de leões. Seu reinado foi destronado pela invasão e conquista persa.
Herodes: Rei da Judéia (na época, sob ocupação romana), reinando de sua época até o quarto ano da era cristã, qual morre. Quando soube que o novo e verdadeiro rei dos judeus, o Messias, estava para nascer, Herodes ordenou que todas as crianças com até dois anos de idade fossem mortas. Jesus só sobreviveu pois sua família se refugiou no Egito.
As Pragas do Egito
Na tradição judaico-cristã, as dez pragas do Egito foram pragas enviadas por Javé [ou Jeová, conhecido popularmente como Deus]. Deus havia enviado as pragas por intermédio de Moisés, jogando-as sobre o faraó e os egípcios. As pragas foram enviadas para que os hebreus fossem libertos de seus quatrocentos anos de escravidão e se reconhecessem a unicidade de Deus.
A pessach, a páscoa judáica, comemora justamente isso: O êxodo israelita do Egito, qual os judeus se libertaram de sua servirtude.
As dez pragras foram, em ordem cronológica: Águas em sangue (a ciência justifica isso com um fenômeno conhecido como maré vermelha), rãs, piolhos, moscas, animais doentes, sarna que rebentava em úlcera, saraiva em chamas, gafanhotos, trevas e morte dos primogênitos (todos os que fossem egípcios, desde os primogênitos dos animais até o primogênito do faraó).
A partir de Êxodo 7:17 até 12:12 ocorrem as pragas.
Os hebreus tiveram que passar sangue de seus animais sacrificados nas laterais das vigas superiores das portas de suas casas (Êxodo 12:3-7) , para que Deus soubesse que estes estariam livrados da pior de todas as pragas, a morte aos primogênitos (Êxodo 12:13).
Êxodo 12:17 diz "Celebrem a festa dos pães sem fermento, porque foi nesse mesmo dia que eu tirei os exércitos de vocês do Egito. Celebrem esse dia como decreto perpétuo por todas as suas gerações.", qual justifica a comemoração da páscoa judáica, qual é celebrada a retirada hebraica das terras egípcias.
Abaixo, as primeiras partes de dois documentários do National Geographic Channel, qual falam das dez pragas.