A igreja anglicana é uma denominação cristã, uma das centrais das denominações protestantes (além dos calvinistas, luteranos, anabatistas, metodistas, evangélicos, adventistas e pentecostais). Se citua centralizada na Inglaterra, tendo inclusive a monarquia inglesa como os seus legítimos líderes.
Essa matéria mostrará a história do anglicanismo no Brasil, pelo fato dos anglicanos terem sido os pioneiros do protestantismo no Brasil e na América do Sul.
A presença dessa denominação cristã no Brasil se deu na época da radicação da corte portuguesa na cidade do Rio de Janeiro (entre 1808 a 1821). Com o Tratado de Comércio e Navegação de 1810 entre Portugal e Inglaterra, permitiu-se a construção de igrejas de denominações protestantes, desde que os templos tivessem a aparência de uma residência comum, sem torres ou sinos, e não buscassem a conversão de cristãos católicos brasileiros.
Desta forma, o primeiro templo construído por protestantes no Brasil foi da Igreja Anglicana, considerado também o primeiro na América do Sul, na cidade do Rio de Janeiro. Antes da liberdade de culto aprovada pelo poder régio, os anglicanos residentes no Brasil reuniam-se em residências e navios ingleses para realizarem seus cultos. As primeiras capelanias ficaram subordinadas diretamente à Igreja da Inglaterra, e atendiam somente súditos ingleses. Foram construídas capelas em São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Belém e Recife.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
O Pai Nosso
Essa é praticamente uma das orações mais populares dos cristãos.
O curioso é que ela não é invensão das Igrejas cristãs, pois já está presente na bíblia. Há uma secção dela no sermão da montanha e outra em Lucas 11:2-4.
A oração do Pai Nosso, em si, completa é:

"Pai Nosso que estais no Céu,
santificado seja o vosso Nome,
venha a nós o vosso Reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do Mal.
Amém."
Agora, analizemos o Pai Nosso...
1)"Pai nosso, que estás no céu": Junto as duas primeiras palavras—Pai nosso—são um título usado em outro lugar no Novo Testamento, bem como na literatura judaica. Refere-se à Deus Pai. Isso também implica na proximidade entre a natureza pessoal da relação entre Deus Pai e essa oração, como um pai e uma criança, como ensinado por Jesus em cada um dos seus quatro evangelhos.
2)"santificado seja o teu Nome": Expressa a vontade de que a vontade de Deus e o Reino aconteçam. No judaísmo o nome de Deus é de importância extrema, e honrar o nome é central à piedade. Os nomes não são vistos simplesmente como rótulos, mas como reflexões verdadeiras da natureza e identidade do qual eles se referem. Assim, a oração que santifica-se o nome de Deus era tida como equivalente a santificar o próprio Deus. "Santificado seja" está na voz passiva por isso não indica quem é que está santificando. Uma interpretação é que há uma chamada à todos os crentes para honrar o nome de Deus. Quem ver a oração primariamente como escatológica concebe a oração ser uma expressão de desejo pelo fim dos tempos, quando o nome de Deus, na visão destes relata a oração, será universalmente honrado.
3)"venha o teu Reino": O pedido para que o Reino de Deus venha é geralmente interpretado como uma referência à crença, comum na época, que a figura do Messias traria o Reino de Deus. Tradicionalmente, a vinda do Reino de Deus é visto como um dom divino recebido na oração, e não uma conquista humana. Esta ideia é muitas vezes contestada por grupos que acreditam que o Reino virá pelas mãos dos fiéis que trabalharam por um mundo melhor.
4)"seja feita tua vontade na terra, como no céu.": A oração seguinte, com uma expressão de esperança que seja feita a vontade de Deus. Alguns vêem a expressão da esperança como um anexo, declarando um pedido para que a terra esteja sob comando divino diretamente e manifestadamente. Outros veem isso como um convite às pessoas para se submeter a Deus e à seus ensinamentos.
5)"O pão nosso de cada dia dá-nos hoje": O colher das boas obras sejam dadas aos que louvam à Deus. É um pedido do fiel pela glória e graça de Deus na vida dele.
6)"perdoai as nossas ofensas" até "mas livrai-nos do Mal.": As duas primeiras estrofes dessa parte é o pedido de perdão pelos pecados, fazendo a comparação do perdão que o cristão exerce para com os que os fazem mal. A outra implora para que sejam afastados da influência maligna, das tentações que a vida profana oferece.
7)"Amém.": É o encerramento da oração. Significa algo do tipo "que assim seja", como se fosse dito resumidamente "Que assim seja a sua vontade".
O curioso é que ela não é invensão das Igrejas cristãs, pois já está presente na bíblia. Há uma secção dela no sermão da montanha e outra em Lucas 11:2-4.
A oração do Pai Nosso, em si, completa é:

"Pai Nosso que estais no Céu,
santificado seja o vosso Nome,
venha a nós o vosso Reino,
seja feita a vossa vontade
assim na terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido,
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do Mal.
Amém."
Agora, analizemos o Pai Nosso...
1)"Pai nosso, que estás no céu": Junto as duas primeiras palavras—Pai nosso—são um título usado em outro lugar no Novo Testamento, bem como na literatura judaica. Refere-se à Deus Pai. Isso também implica na proximidade entre a natureza pessoal da relação entre Deus Pai e essa oração, como um pai e uma criança, como ensinado por Jesus em cada um dos seus quatro evangelhos.
2)"santificado seja o teu Nome": Expressa a vontade de que a vontade de Deus e o Reino aconteçam. No judaísmo o nome de Deus é de importância extrema, e honrar o nome é central à piedade. Os nomes não são vistos simplesmente como rótulos, mas como reflexões verdadeiras da natureza e identidade do qual eles se referem. Assim, a oração que santifica-se o nome de Deus era tida como equivalente a santificar o próprio Deus. "Santificado seja" está na voz passiva por isso não indica quem é que está santificando. Uma interpretação é que há uma chamada à todos os crentes para honrar o nome de Deus. Quem ver a oração primariamente como escatológica concebe a oração ser uma expressão de desejo pelo fim dos tempos, quando o nome de Deus, na visão destes relata a oração, será universalmente honrado.
3)"venha o teu Reino": O pedido para que o Reino de Deus venha é geralmente interpretado como uma referência à crença, comum na época, que a figura do Messias traria o Reino de Deus. Tradicionalmente, a vinda do Reino de Deus é visto como um dom divino recebido na oração, e não uma conquista humana. Esta ideia é muitas vezes contestada por grupos que acreditam que o Reino virá pelas mãos dos fiéis que trabalharam por um mundo melhor.
4)"seja feita tua vontade na terra, como no céu.": A oração seguinte, com uma expressão de esperança que seja feita a vontade de Deus. Alguns vêem a expressão da esperança como um anexo, declarando um pedido para que a terra esteja sob comando divino diretamente e manifestadamente. Outros veem isso como um convite às pessoas para se submeter a Deus e à seus ensinamentos.
5)"O pão nosso de cada dia dá-nos hoje": O colher das boas obras sejam dadas aos que louvam à Deus. É um pedido do fiel pela glória e graça de Deus na vida dele.
6)"perdoai as nossas ofensas" até "mas livrai-nos do Mal.": As duas primeiras estrofes dessa parte é o pedido de perdão pelos pecados, fazendo a comparação do perdão que o cristão exerce para com os que os fazem mal. A outra implora para que sejam afastados da influência maligna, das tentações que a vida profana oferece.
7)"Amém.": É o encerramento da oração. Significa algo do tipo "que assim seja", como se fosse dito resumidamente "Que assim seja a sua vontade".
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Salmo 23
Sua autoria é atribuída ao rei Daví. Segundo a tradição judaica, ele estava de noite num oásis, cercado por tropas de um rei inimigo, daí o salmo inseriu tamanha confiança na providência divina contra os inimigos. Na tradição católica, o Salmo 23 é rezado para afastar perigos e perseguições, sendo uma das orações mais importantes.
Seus seis versículos são:
"O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.
Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas;
Restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver."
Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver."
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Razão e fé são inimigas?

A fé e a razão são como água e óleo, não se misturam. Partidários da fé, como Santo Agostinho (em dizer que a"Fé precede razão") e Martinho Lutero (em dizer que "A Razão deveria ser destruída em todos os cristãos. Ela é o maior inimigo da fé. Quem quiser ser um cristão deve arrancar os olhos de sua razão"); apoiando que a busca da verdade do ser humano deve se encontrar em entender deus.
Partidários da razão, como vários filósofos, acreditam na busca pelo conhecimento e são convictos que o caminho para a verdade se encontra em valores do pensar e da experiência empírica.

• Darei um exemplo da fé querendo prevalecer sobre a razão: A Idade Média em si. A fé deveria prevalecer, qualquer um que buscasse a verdade pela razão era tido como imoral, um herege (que consequentemente o fazia ser considerado um criminoso). A verdade era Deus, a fé, a total intrega espiritual para que você fosse salvo.

• Agora, um exemplo histórico, agora da razão querendo prevalecer a fé: A Revolução Francesa. Um dos alvos dos revolucionários era o clero [assim como a nobreza], e assim atacar a religião em si. Impulsionados pelo iluminismo e a pregando os ideais da liberdade, igualdade e verdade, acabou nascendo assim na França revolucionária o Culto à Razão. Nela, o centro da crendiçe humana deveria ser substituido pelo antropocentrismo, e a busca racional.
Outro protesto ao teísmo direto foi o Culto ao Ser Supremo, proposto por Maximilien Robespierre (o principal revolucionário). Ele era deísta, ou seja, acreditava num deus sem ter credos particularizados. Esse ser supremo era a Deusa da Razão, uma personificação alegórica da iluminação da mente humana.
A escolástica, filosofia originária da Baixa Idade Média, propunha uma relação diplomática entre fé e razão. A fé é a verdade absoluta, e a razão é um privilégio qual dotamos para melhorarmos como seres profanos.
Amor divino
O Deus da cristandade [e também, dos judeus e muçulmanos] é um deus de amor (1 João 4:8), e a natureza do amor é a paciência e tolerância (1 Coríntios 13:4). Javé, o deus cristão, é assim; o amor dele pela sua Criação resulta no livre-arbítrio, que tem tanto como consequência o bem e o mal.
Assim como Deus demorou em castigar o povo desobediente de Israel para manter a honra do seu próprio nome: "Por amor do meu nome, retardarei a minha ira e por causa da minha honra me conterei para contigo, para que te não venha a exterminar" (Isaías 48:9). Se Deus tivesse praticado a justiça na hora, a primeira vez que Israel pecou, ele nunca teria cumprido a promessa de oferecer salvação para todos nós através do descendente de Abraão (Gênesis 12:3). No Novo Testamento, Paulo usa a palavra longanimidade para descrever essa demora em castigar. Ele diz em Romanos 9:22-24: "Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?"A justiça aplicada sem longanimidade teria resultado na condenação de todos, até de nós! Deus temporariamente poupou um povo para salvar muitos outros.
Deus seria perfeitamente justo se ele castigasse o pecador na hora, mas ele escolhe ser paciente. A longanimidade de Deus é vista nos dias de Noé, dando tempo para os homens se arrependerem (1 Pedro 3:20). Na época de Neemias, o povo reconheceu que Deus tinha sido muito paciente com seus antepassados (Neemias 9:29-30). Podemos ver esta mesma longanimidade em nossas vidas. Se Deus castigasse cada pessoa no momento do seu primeiro pecado, o que teria acontecido conosco. Eu não estaria vivo para escrever Deus seria perfeitamente justo se ele castigasse o pecador na hora, mas ele escolhe ser paciente. A longanimidade de Deus é vista nos dias de Noé, dando tempo para os homens se arrependerem (1 Pedro 3:20). Na época de Neemias, o povo reconheceu que Deus tinha sido muito paciente com seus antepassados (Neemias 9:29-30). Podemos ver esta mesma longanimidade em nossas vidas. Se Deus castigasse cada pessoa no momento do seu primeiro pecado, o que teria acontecido conosco. Eu não estaria vivo para escrever este artigo, e quem estaria aqui na terra para lê-lo?este artigo, e quem estaria aqui na terra para lê-lo?
O propósito de Deus em mostrar a paciência é de nos conduzir ao arrependimento. "Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?" (Romanos 2:4). No intervalo entre o pecado e a cobrança, precisa haver arrependimento. Se o pecador não aproveitar sua oportunidade para se converter, a paciência de Deus não tem valor nenhum. As pessoas que continuam no pecado, não se arrependendo enquanto há esperança, se conduzem à perdição. Salmo 7:12-13 diz: "Se o homem não se converter, afiará Deus a sua espada; já armou o arco, tem no pronto; para ele preparou já instrumentos de morte, preparou suas setas inflamadas."
Assim como Deus demorou em castigar o povo desobediente de Israel para manter a honra do seu próprio nome: "Por amor do meu nome, retardarei a minha ira e por causa da minha honra me conterei para contigo, para que te não venha a exterminar" (Isaías 48:9). Se Deus tivesse praticado a justiça na hora, a primeira vez que Israel pecou, ele nunca teria cumprido a promessa de oferecer salvação para todos nós através do descendente de Abraão (Gênesis 12:3). No Novo Testamento, Paulo usa a palavra longanimidade para descrever essa demora em castigar. Ele diz em Romanos 9:22-24: "Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?"A justiça aplicada sem longanimidade teria resultado na condenação de todos, até de nós! Deus temporariamente poupou um povo para salvar muitos outros.
Deus seria perfeitamente justo se ele castigasse o pecador na hora, mas ele escolhe ser paciente. A longanimidade de Deus é vista nos dias de Noé, dando tempo para os homens se arrependerem (1 Pedro 3:20). Na época de Neemias, o povo reconheceu que Deus tinha sido muito paciente com seus antepassados (Neemias 9:29-30). Podemos ver esta mesma longanimidade em nossas vidas. Se Deus castigasse cada pessoa no momento do seu primeiro pecado, o que teria acontecido conosco. Eu não estaria vivo para escrever Deus seria perfeitamente justo se ele castigasse o pecador na hora, mas ele escolhe ser paciente. A longanimidade de Deus é vista nos dias de Noé, dando tempo para os homens se arrependerem (1 Pedro 3:20). Na época de Neemias, o povo reconheceu que Deus tinha sido muito paciente com seus antepassados (Neemias 9:29-30). Podemos ver esta mesma longanimidade em nossas vidas. Se Deus castigasse cada pessoa no momento do seu primeiro pecado, o que teria acontecido conosco. Eu não estaria vivo para escrever este artigo, e quem estaria aqui na terra para lê-lo?este artigo, e quem estaria aqui na terra para lê-lo?
O propósito de Deus em mostrar a paciência é de nos conduzir ao arrependimento. "Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?" (Romanos 2:4). No intervalo entre o pecado e a cobrança, precisa haver arrependimento. Se o pecador não aproveitar sua oportunidade para se converter, a paciência de Deus não tem valor nenhum. As pessoas que continuam no pecado, não se arrependendo enquanto há esperança, se conduzem à perdição. Salmo 7:12-13 diz: "Se o homem não se converter, afiará Deus a sua espada; já armou o arco, tem no pronto; para ele preparou já instrumentos de morte, preparou suas setas inflamadas."
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Xiitas e Sunitas
Essa postagem vai tratar de um assunto interessante e bastante exclarecedor para quando vemos os casos de terrorismo no Oriente Médio: Dualismo do islã.
Como sabemos, o islã possui duas correntes: Os sunitas, que pregam a separação de religião e política. A outra são dos xiitas, que passam a idéia de que os fundamentos muçulmanos devem intervir no Estado, defendendo assim uma teocracia.
Os xiitas possuem como líder o Imã (ou Imame), e atribuem a liderança religiosa à descendência do profeta Maomé.
Os sunitas tem os Califas, e defendem que a liderança do islã deve ser por direito dos quatro califas, que eram originalmente companheiros de Maomé [são os "apóstolos" de Maomé], e estes o sucedem.
Como sabemos, o islã possui duas correntes: Os sunitas, que pregam a separação de religião e política. A outra são dos xiitas, que passam a idéia de que os fundamentos muçulmanos devem intervir no Estado, defendendo assim uma teocracia.
Os xiitas possuem como líder o Imã (ou Imame), e atribuem a liderança religiosa à descendência do profeta Maomé.
Os sunitas tem os Califas, e defendem que a liderança do islã deve ser por direito dos quatro califas, que eram originalmente companheiros de Maomé [são os "apóstolos" de Maomé], e estes o sucedem.
O que são os santos?

É uma palavra comum para os cristãos, porém, o significado dessa palavra se torna disperso.
Para a Igreja Católica, Ortodoxa e Anglicana, pessoas virtuosas que tem seu lugar no Paraíso "certificado". Nesse sentido da palavra, o título de santo deve ser condecorado para a pessoa (como se fosse uma honraria). O santo no sentido dessas três denominações cristãs é alguém que era um beato, e foi canonizada, ou seja, recebeu o estatuto de santo. [No caso da Igreja Católica, o processo de canonização é algo bastante complicado e sério, podendo ser executado ou não apenas pela Santa Sé.]
No sentido protestante da palavra, santo é simplesmente qualquer cristão. Essa visão indica que todo cristão é um santo. Esse sentido também se apresenta aprovável desde a cristandade primitiva.
Pedro disse em 1 Pedro 1:16 "Sede santos porque eu sou santo". Mas a idéia não é nada nova. Deus indicou logo no início que ele esperava que as pessoas de todas as idades fossem santas, desde a época do Gênesis. O sábio Rei Salomão escreveu, "Eis o que tão-somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias." (Eclesiastes 7:29).
Assinar:
Postagens (Atom)