A palavra Bíblia vem do grego, através do latim, e significa: conjunto de livros.
A Bíblia já foi traduzida por mais de 1500 línguas e dialetos.
A Bíblia inteira foi escrita num período que abrange mais de 1500 anos.
É uma obra de cerca de 40 autores, das mais variadas profissões: de humildes agricultores, pescadores até renomados reis.
O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de algumas passagens em Esdras, Jeremias e Daniel que foram escritas em aramaico.
O Novo Testamento foi escrito em grego koiné (ou grego antigo).
A primeira tradução completa da Bíblia para o inglês foi feita por Wycliffe, em 1380.
A primeira tradução da Bíblia em português foi feita por Dom Dinis I de Portugal.
O Livro mais antigo da Bíblia não é o Gênesis, mas Jô. Acredita-se que foi escrito por Moisés, quando esteve no deserto.
O primeiro Salmo encontra-se em II Samuel 1:19-27, uma elegia de Davi em memória de Saul e seu filho Jônatas.
A Bíblia contém 1189 capítulos e 31102 versículos.
Ester 8:9 é o maior versículo da Bíblia.
Salmos 119 é o maior capítulo da Bíblia, com 176 versículos;
No livro de Ester e no livro de Cantares não se encontra a palavra Deus.
Há 3573 promessas na Bíblia.
A única idade de mulher que se menciona na Bíblia é a de Sara (Gên. 23:1)
Judas vendeu a Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.
Paulo, o grande apóstolo dos gentios, foi decapitado em Roma por ordem do tirano Nero.
Salmos 117 é o capítulo mais curto da Bíblia, contendo apenas 2 versículos;
Salmos 118 é o capítulo que está no centro da Bíblia. Há 594 capítulos antes e depois do Salmo 118.
O livro maior é o dos Salmos, com 150 capítulos.
O livro menor é II João, com apenas 1 capítulo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O tempo para Deus e para os Homens
Um conceito interessante da teologia é o de que a passagem do tempo para Deus é diferente da passagem do tempo para os seres humanos.
Por exemplo, no primeiro capítulo de Gênesis vemos que Deus criou o mundo em sete dias. Mas será que foram mesmo sete dias? Para ele podem ter sido sete dias, mas na passagem do tempo aqui na Terra, pode ter levado milhões de anos. Esse é um exemplo da diferenciação da passagem do tempo.
Siga a analogia da nossa passagem de tempo:
60 segundos formam um minuto;
60 minutos formam uma hora;
24 horas formam um dia;
7 dias formam uma semana;
4 semanas formam um mês;
12 meses formam um ano;
100 anos formam um século;
10 séculos formam um milênio...
Para nós, essa é a analogia, mas será que para Deus também?
Encontrei outra cultura que parece também haver considerado a suposta diferente concepção de tempo entre mortais e o divino: os hindus. Para o deus deles, Brahma, um dia da vida dele equivale a 4.320 milhões de anos humanos. Assim como o deus judaico-cristão, a escala cósmica de Brahma em relação à dos mortais também é bem diferente.
Por exemplo, no primeiro capítulo de Gênesis vemos que Deus criou o mundo em sete dias. Mas será que foram mesmo sete dias? Para ele podem ter sido sete dias, mas na passagem do tempo aqui na Terra, pode ter levado milhões de anos. Esse é um exemplo da diferenciação da passagem do tempo.
Siga a analogia da nossa passagem de tempo:
60 segundos formam um minuto;
60 minutos formam uma hora;
24 horas formam um dia;
7 dias formam uma semana;
4 semanas formam um mês;
12 meses formam um ano;
100 anos formam um século;
10 séculos formam um milênio...
Para nós, essa é a analogia, mas será que para Deus também?
Encontrei outra cultura que parece também haver considerado a suposta diferente concepção de tempo entre mortais e o divino: os hindus. Para o deus deles, Brahma, um dia da vida dele equivale a 4.320 milhões de anos humanos. Assim como o deus judaico-cristão, a escala cósmica de Brahma em relação à dos mortais também é bem diferente.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Beber não é pecado!
Muitos às vezes se perguntam qual postura adequada a se tomar perante o alcóol: Alguns bebem pouquíssimo, outros opinam por não beber. A bíblia adverte apenas sobre a bebedice, precavendo a pessoa apenas de que se embreagar é errado. Não há versículo nenhum dizendo que consumir bebida alcóolica não é permitido.
Se beber álcool fosse proibido (biblicamente), Jesus Cristo não teria transformado água em vinho (João 2:9), teria a transformado em fanta uva.
Provérbios 20:1 diz "O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles". Verdade, vinho deixa a pessoa "mole", e a bebida fermentada em geral (como a popular cerveja, por exemplo), bebidas muito, deixa a pessoa psicologicamente mais instável. Bêbado fica mentamente instável, sendo que por hora eles parecem ser bem sensíveis e sentimentais, às vezes basta esbarrar neles que os mesmos se irritam, etc.
"Ouça, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração pelo bom caminho;
Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne; Pois os bêbados e os glutões se empobrecerão, e a sonolência os vestirá de trapos." - Provérbios 23:19:21
Vício em bebida (assim como qualquer um) pode ser caro. Imagina uma pessoa que pode chegar ao ponto de se atolar em dívidas, não pagar as contas ... Tudo isso para se empanturrar de álcool. Isso com toda certeza pode fazer a pessoa empobrecer, mas não pobre no sentido de humilde e apenas desprovido de muito dinheiro, mas pobre ao ponto de se tornar um trapo.
"Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas;
Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro;
E dirá: "Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez?" - Provérbios 23:33-35
Isso adverte algo que já sabemos: Bêbado começa a ver coisas que não são verdadeiras. Qual o risco disso? Direi um exemplo que, de certa forma, é até engraçado (apesar de ser humor negro): O cara, o bêbado no caso, achar que pode voar, dar uma de super-homem e sair pela janela de um andar alto e consequentemente cair no chão e morrer. O risco desses delírios são as coisas que a pessoa pode fazer ao os considerar reais.
Bêbado por hora também pode virar um sem teto, exposto ao mundo vinte e quatro horas [tenho pena dos bêbados das grandes cidades]. Pois é, de noite as ruas quase sempre podem ser perigosas, e uma pessoa que praticamente dorme nela fica exposta a isso.
Além de tudo, se embebedar também gera consequências físicas, como passar mal de certas formas, coma alcóolico, que em alguns casos levam a morte.
Conclusão: Nós [eu ainda não, sou de menor], podemos beber bedidas alcóolicas sim, basta ter bom senso e moderar.
Se beber álcool fosse proibido (biblicamente), Jesus Cristo não teria transformado água em vinho (João 2:9), teria a transformado em fanta uva.
Provérbios 20:1 diz "O vinho é zombador e a bebida fermentada provoca brigas; não é sábio deixar-se dominar por eles". Verdade, vinho deixa a pessoa "mole", e a bebida fermentada em geral (como a popular cerveja, por exemplo), bebidas muito, deixa a pessoa psicologicamente mais instável. Bêbado fica mentamente instável, sendo que por hora eles parecem ser bem sensíveis e sentimentais, às vezes basta esbarrar neles que os mesmos se irritam, etc.
"Ouça, meu filho, e seja sábio; guie o seu coração pelo bom caminho;
Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne; Pois os bêbados e os glutões se empobrecerão, e a sonolência os vestirá de trapos." - Provérbios 23:19:21
Vício em bebida (assim como qualquer um) pode ser caro. Imagina uma pessoa que pode chegar ao ponto de se atolar em dívidas, não pagar as contas ... Tudo isso para se empanturrar de álcool. Isso com toda certeza pode fazer a pessoa empobrecer, mas não pobre no sentido de humilde e apenas desprovido de muito dinheiro, mas pobre ao ponto de se tornar um trapo.
"Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas;
Você será como quem dorme no meio do mar, como quem se deita no alto das cordas do mastro;
E dirá: "Espancaram-me, mas eu nada senti! Bateram em mim, mas nem percebi! Quando acordarei para que possa beber mais uma vez?" - Provérbios 23:33-35
Isso adverte algo que já sabemos: Bêbado começa a ver coisas que não são verdadeiras. Qual o risco disso? Direi um exemplo que, de certa forma, é até engraçado (apesar de ser humor negro): O cara, o bêbado no caso, achar que pode voar, dar uma de super-homem e sair pela janela de um andar alto e consequentemente cair no chão e morrer. O risco desses delírios são as coisas que a pessoa pode fazer ao os considerar reais.
Bêbado por hora também pode virar um sem teto, exposto ao mundo vinte e quatro horas [tenho pena dos bêbados das grandes cidades]. Pois é, de noite as ruas quase sempre podem ser perigosas, e uma pessoa que praticamente dorme nela fica exposta a isso.
Além de tudo, se embebedar também gera consequências físicas, como passar mal de certas formas, coma alcóolico, que em alguns casos levam a morte.
Conclusão: Nós [eu ainda não, sou de menor], podemos beber bedidas alcóolicas sim, basta ter bom senso e moderar.
Prazeres efêmeros
Entre os grandes exemplos de fé em Hebreus 11, um dos personagens destacados é Moisés. Moisés foi criado pela filha do rei do Egito, e tinha acesso às riquezas e aos prazeres da família real. Mas ele preferiu "ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado" (Hebreus 11:25). Moisés viveu 80 anos depois de romper os laços com a família do faraó. "Perdeu" 80 anos de luxúria e honra entre o povo mais poderoso do mundo. Ele reconheceu que eram "prazeres transitórios do pecado".
É nesse fato que encontramos uma das maiores defesas contra o pecado. Todos os prazeres do pecado são transitórios. O pecado pode satisfazer algum desejo por alguns minutos, dias ou até meses. Talvez exista algum prazer do pecado que continua durante a vida toda -- aqui. Mas não existe prazer eterno no pecado.
O pecado é passageiro. É como uma droga, vicia e se a pessoa gostar, ela vai querer o cometer novamente.
Muitos pecados trazem satisfação na hora. Mas, logo depois, sai a emoção do momento e o que fica é um vazio e os sentimentos de culpa por ter errado. A pessoa que acha que vai ficar contente saboreando o pecado uma vez se engana.
Furtou uma vez, quer furtar mais. Ficou embriagada uma vez, volta a beber de novo. Teve relações sexuais ilícitas uma vez, procura outras oportunidades. Provérbios 5:22 diz: "Quanto ao perverso, as suas iniqüidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido." Paulo disse que os romanos, antes de se converterem a Cristo, eram "escravos do pecado" (Romanos 6:17). Aquele que continua vivendo no erro acaba sendo "endurecido pelo engano do pecado" (Hebreus 3:13). Pedro oferece uma descrição feia da situação da pessoa voltada à iniqüidade: "tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado" (2 Pedro 2:14).
O Diabo, desde Éden, tem mostrado sua capacidade incrível de fazer embalagens bonitas e atraentes. Ele vende o pecado e a morte, mas a embalagem oferece prazer. Sem dúvida alguma, o pecado traz prazer, mas os prazeres são transitórios e enganosos, sempre conduzindo o pecador ao sofrimento muito maior.
[Não sou cristão, mas acho que a maioria das pessoas pecam porque querem, por opção. Quando eu era católico (religião na qual me educaram quando pequeno), eu já achava que no mínimo uns 50% dos pecados da humanidade eram por de total autoria do próprio ser humano.]
É nesse fato que encontramos uma das maiores defesas contra o pecado. Todos os prazeres do pecado são transitórios. O pecado pode satisfazer algum desejo por alguns minutos, dias ou até meses. Talvez exista algum prazer do pecado que continua durante a vida toda -- aqui. Mas não existe prazer eterno no pecado.
O pecado é passageiro. É como uma droga, vicia e se a pessoa gostar, ela vai querer o cometer novamente.
Muitos pecados trazem satisfação na hora. Mas, logo depois, sai a emoção do momento e o que fica é um vazio e os sentimentos de culpa por ter errado. A pessoa que acha que vai ficar contente saboreando o pecado uma vez se engana.
Furtou uma vez, quer furtar mais. Ficou embriagada uma vez, volta a beber de novo. Teve relações sexuais ilícitas uma vez, procura outras oportunidades. Provérbios 5:22 diz: "Quanto ao perverso, as suas iniqüidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido." Paulo disse que os romanos, antes de se converterem a Cristo, eram "escravos do pecado" (Romanos 6:17). Aquele que continua vivendo no erro acaba sendo "endurecido pelo engano do pecado" (Hebreus 3:13). Pedro oferece uma descrição feia da situação da pessoa voltada à iniqüidade: "tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado" (2 Pedro 2:14).
O Diabo, desde Éden, tem mostrado sua capacidade incrível de fazer embalagens bonitas e atraentes. Ele vende o pecado e a morte, mas a embalagem oferece prazer. Sem dúvida alguma, o pecado traz prazer, mas os prazeres são transitórios e enganosos, sempre conduzindo o pecador ao sofrimento muito maior.
[Não sou cristão, mas acho que a maioria das pessoas pecam porque querem, por opção. Quando eu era católico (religião na qual me educaram quando pequeno), eu já achava que no mínimo uns 50% dos pecados da humanidade eram por de total autoria do próprio ser humano.]
Aí galera, meu segundo blog!
Pessoal, comunico a vocês sobre o segundo blog (que acabei de fazer), o House of Reason.

Esse blog eu trato de temas sobre a vida, a natureza humana, questões do universo e a relação dos seres entre ele, assim como esse blog (mas só que lá a temática é filosófica, e neste blog é religiosa).
As pessoas que gostam de filosofia acho que vão gostar do House of Reason, e vocês (leitores) podem dar uma olhada lá se quiserem.
Abraços!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Aliviados da morte
Biblicamente, a morte física serve para nos relembrar da maior consequência do nosso pecado: a morte espiritual. O pecado serve como um veneno para a alma, e quanto mais pecamos, cada vez mais nossa alma vai "morrendo". O quinto capítulo de Gênesis serve para nos mostrar sobre esta questão da morte (além de ser importante para a história judaica, a história de seus antepassados).
No meio de um capítulo cheio de morte, há esperança em Gênesis 5:24: "Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si". Milhares de anos depois, o autor de Hebreus explicou melhor em Hebreys 11:5: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus". Enoque escapou da morte pela fé, dando esperança para todos que vieram depois que haveria a possibilidade de vencer a morte.
Agora, Jesus mostra como nós, também, podemos vencer a morte. A morte física continua, mas não é final. Ele prometeu que todos os homens serão ressuscitados, da mesma forma que ele subiu da sepultura. Mais importante, podemos evitar a morte eterna: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Coríntios 15:55)
Darei um exemplo que gosto, presente na mitologia grega, o de Sísifo. Ele, Sísifo, era tido como o mortal mais astuto, e quando sua hora de morte chegava, ele tentou "enganar a morte". O sei "drible" na morte funciona, por pouco tempo, mas Hades mostra ao malandro Sísifo o poder absoluto da morte sobre os mortais.
A morte é uma coisa da qual não escapamos, é inevitável; um dia eu, você, todos morreremos. É algo na natureza, e por isso, não pode ser evitada.
No meio de um capítulo cheio de morte, há esperança em Gênesis 5:24: "Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si". Milhares de anos depois, o autor de Hebreus explicou melhor em Hebreys 11:5: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus". Enoque escapou da morte pela fé, dando esperança para todos que vieram depois que haveria a possibilidade de vencer a morte.
Agora, Jesus mostra como nós, também, podemos vencer a morte. A morte física continua, mas não é final. Ele prometeu que todos os homens serão ressuscitados, da mesma forma que ele subiu da sepultura. Mais importante, podemos evitar a morte eterna: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Coríntios 15:55)
Darei um exemplo que gosto, presente na mitologia grega, o de Sísifo. Ele, Sísifo, era tido como o mortal mais astuto, e quando sua hora de morte chegava, ele tentou "enganar a morte". O sei "drible" na morte funciona, por pouco tempo, mas Hades mostra ao malandro Sísifo o poder absoluto da morte sobre os mortais.
A morte é uma coisa da qual não escapamos, é inevitável; um dia eu, você, todos morreremos. É algo na natureza, e por isso, não pode ser evitada.
terça-feira, 27 de julho de 2010
A dualidade do ser humano
"O ser humano não se enfada de suplicar o bem e, se o mal o toca, fica desesperado, desalentado" Sura 41:49
Esse trecho do alcorão nos ensina um fato da natureza humana: Mostra uma dualidade nossa, de que ao mesmo tempo que somos bons e altruístas com o próximo, também somos maus, e somos capaz de praticar o mal ao próximo também.
Sim, somos um pouco bons e um pouco maus, capazes de grande solidariedade e também podemos (e ficamos) desalentados quando o mal “nos toca”.
Darei alguns exemplos históricos (e até mesmo contemporâneos) abaixo, de como o ser humano pode ser bom ao mesmo tempo em que é mau, de que pode ser mau ao mesmo tempo em que é bom:
A bondade permitiu que Madre Teresa de Calcutá alimentasse várias pessoas que sofriam com a fome;
A maldade permitiu que milhares de pessoas morressem por culpa do Hitler;
A bondade permite que o Lula seja um excelente presidente;
A maldade permitiu a ditadura militar;
A bondade permitiu que os americanos incentivassem as revoltas de independência em todos os países da América;
A maldade permitiu que Nero incendiasse sua própria cidade;
A maldade permite a Guerra do Iraque;
A bondade permite que a Cruz Vermelha ajude pessoas em momentos difíceis no mundo todo.
Esse trecho do alcorão nos ensina um fato da natureza humana: Mostra uma dualidade nossa, de que ao mesmo tempo que somos bons e altruístas com o próximo, também somos maus, e somos capaz de praticar o mal ao próximo também.
Sim, somos um pouco bons e um pouco maus, capazes de grande solidariedade e também podemos (e ficamos) desalentados quando o mal “nos toca”.
Darei alguns exemplos históricos (e até mesmo contemporâneos) abaixo, de como o ser humano pode ser bom ao mesmo tempo em que é mau, de que pode ser mau ao mesmo tempo em que é bom:
A bondade permitiu que Madre Teresa de Calcutá alimentasse várias pessoas que sofriam com a fome;
A maldade permitiu que milhares de pessoas morressem por culpa do Hitler;
A bondade permite que o Lula seja um excelente presidente;
A maldade permitiu a ditadura militar;
A bondade permitiu que os americanos incentivassem as revoltas de independência em todos os países da América;
A maldade permitiu que Nero incendiasse sua própria cidade;
A maldade permite a Guerra do Iraque;
A bondade permite que a Cruz Vermelha ajude pessoas em momentos difíceis no mundo todo.
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